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domingo, 27 de março de 2011

 Deusa fortuna e roda da fortuna Parte 1

 Fortuna.

Uma deusa romana que trazia com ela a sorte fosse esta boa ou má. Em algumas figuras ela era retratada segurando um leme de timoneiro, com o qual poderia dirigir o destino dos homens, uma cornucópia por onde fluía toda a abundância e um globo que simbolizava a oportunidade.

Mas a roda foi o símbolo mais usado da deusa pois servia como um lembrete de que a sorte pode não durar muito. Em um momento ela está no alto, em outro, em baixo. Isso quer dizer que não há certezas na vida a não ser a própria incerteza.

Era filha de Júpiter e Roma dedicava-lhe o dia 11 de junho. Naquela época os escravos eram excluídos das celebrações e dos ritos religiosos. Mas tinham permissão para assistir a este Festival dedicado à deusa da Fortuna. Uma forma de demonstrar que a sorte não respeita hierarquia e nem condição social.

Na mitologia grega, recebe o nome de Tique. A deusa que simbolizava tudo o que havia de bom e de ruim na face da terra, de forma aleatória, pois era representada com os olhos vendados, tal qual a figura da Justiça. Significava que todos os seres humanos tinham a mesma oportunidade de viver os ciclos da sorte e da má sorte que essa deusa trazia.

Muito conhecida é a carta de tarô da Roda da Fortuna. É a carta de número 10. O um (1) representa o primeiro passo, o movimento. E o zero (0) o fim, o retorno ao potencial absoluto.

Em algumas ilustrações de cartas de tarô vemos a roda dividida em 4 partes, como os pontos cardeais que representam a jornada do sol. Essa ilustração remonta à história do imperador Valeriano que em 260 d.C. foi humilhado pelo rei Shapur, da Pérsia. Foi o único imperador a ser preso e feito cativo. As representações enfatizam bem essa dualidade e instabilidade. Pode-se ler na carta: eu irei reinar, eu reino, eu reinei e eu não tenho reino.

A lição de que se tira disso é que o importante não é o que acontece com a gente, mas como lidamos com isso e o que aprendemos disso.

Originalmente a deusa da Fortuna estava ligada às mulheres. Era a protetora das colheitas e dos rebanhos além de auxiliar as mulheres na hora do parto. Tempos depois é que se tornou a personificação da sorte. Por que será?

De qualquer forma, hoje é um dia perfeito para se desejar a boa fortuna. Separe 11 moedas douradas e pingue umas gotinhas de óleo aromático nelas. Mostre-as ao sol para que brilhem por uns segundos enquanto mentaliza este brilho sendo atraído para você. Depois guarde as moedas num saquinho ou as embrulhe num lenço. Leve consigo durante todo o dia e no dia seguinte, dê as moedas para alguém necessitado.

Você estará fazendo o ciclo da Roda, do ir e vir, do ter e não ter, e ao mesmo tempo deixando fluir a sorte boa.

Cornucópia

Cornucópia é um símbolo representativo de fertilidade, riqueza e abundância. Na mitologia greco-romana era representada por um vaso em forma de chifre, com uma abundância de frutas e flores se espalhando dele. Hoje, simboliza a agricultura e o comércio.

O seu significado provém da cabra Amaltéia que na mitologia greco-romana amamentou Zeus/Júpiter enquanto bebé.
Atualmente essa palavra é utilizada como sinônimo de abundância, porém está sendo esquecida por seu estilo rebuscado e antigo.
Na culinária, designa um bolo pequeno feito em geral com massa folhada, em forma de cone e recheado com creme.

Etimologia

Do latim cornu copiae ou "corno da abundância", de cornu ou "chifre" e copiae ou "abundância, muitos recursos, posses".
Instrumento religioso
O próprio chifre é um símbolo fálico, representante do sagrado masculino. E, como a cornucópia remete a um chifre, é uma das representações mais utilizadas do Deus Cornífero nas religiões pagãs e neopagãs.
Entretanto, o seu interior simboliza o útero - representado assim a Deusa -, que quando cheio de alimentos simboliza a generosidade da terra fértil, representando o sagrado feminino.
A cornucópia é o símbolo mais utilizado para representar o equinócio de outono (no sabá Mabon), onde é cheio de frutas, grãos, moedas, folhas, castanhas, cartas de tarô, e diversos outros símbolos da fartura e do paganismo, de forma que eles sejam derramados sobre o altar.


Fonte:Wikipédia, a enciclopédia livre.

terça-feira, 22 de março de 2011

Greenman- O Homem Verde

Ao passear pela Europa em países como Irlanda ,Inglaterra, Alemanha, Escócia, França,  podemos encontrar , uma intrigante imagem de um rosto coberto por folhas em diferentes locais como catedrais, igrejas, jardins, em tavernas ou mesmo como adorno de portas e janelas.
A lenda do greenman remonta a antiguidade, e ele representa a face masculina da natureza, o que leva a muitos associá-lo ao próprio Cernunos, divindade masculina amante da Deusa, nos contos celtas.
O que o folclore conta é que o greenman, ou o homem verde, guarda tesouros e se revela aqueles de coração e sentimentos nobres para presenteá-los com sua riqueza, e pune severamente aqueles que adentram as florestas destruindo indiscriminadamente.
A cada estação do ano sua face tem um aspecto, pois ela é composta por arbustos e folhagens. assim como todo o reino vegetal que renova suas folhagens, o greenman também.
Há ele também está associado o mito do combate do rei do inverno e o rei do verão que sempre sai vitorioso.

Em determinado período, bem recente até, se comparado as imagens históricas que temos do greenman pela Europa, podemos então ver “Jack in the Green”, que seria uma variação do próprio greenman.
Ao buscar por informações sobre greenman podemos encontrá-lo associado a Robin Hood, ao cavaleiro verde dos contos arthurianos.
Em essência, este mito preserva a idéia da face masculina da natureza, de natureza protetora e justa, que defende a vida.
Até hoje festividades vinculadas ao Greenman são comuns em países da Europa e as pessoas se vestem e se pintam como o Greenman, ou mesmo como o rei do inverno, seu opositor.


Na tradição celta, o Homem Verde era o arauto da natureza. O mensageiro que anunciava que a primavera estava chegando.

Também chamado de Deus dos Bosques.

Era uma divindade que habitava as florestas. Representava o lado ativo, masculino da natureza. Pai da terra e dos animais selvagens.

De acordo com uma lenda, o Homem Verde guarda tesouros sob suas árvores frutíferas. Mas se algum fazendeiro for arrancar as árvores em busca desses tesouros, ele volta a escondê-los.
Dentre as antiguidades da Inglaterra, existe um rosto que espia por entre folhas e vinhas. Seria este o Homem Verde, uma divindade misteriosa que cuida das florestas e especialmente de todas as árvores.

Sua aparência é humana mas tem a tez verde e se veste com folhas e cascas de árvores. Para aqueles que adentram as florestas com o intuito de destruí-las, esta divindade se transforma num espírito maligno pois fará tudo para impedir que isso aconteça.

Mas para aqueles que usam de modo sábio as árvores e que amam a natureza, o Homem Verde é uma entidade que encoraja o crescimento das plantas.

Se você puder, plante uma árvore ou faça algo de bom pelo verde. Encorajando a natureza, você estará se conectando com essa energia verde e recebendo seus fluidos positivos. Uma alternativa também é levar para sua casa uma planta nova.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Héstia - O Cálido Lar (de "Meditações Pagãs", Ginette Paris)

Héstia é representada com porte muito ereto, suas vestes cobrindo-a quase completamente, ao mesmo tempo imponente e discreta, de uma imobilidade notável. Em pé ou sentada, não sugere qualquer movimento. Calma e dignidade emanam dela.

Embora poucas histórias e mitos cerquem Héstia, não se deve pensar que ela tem menos importância que os outros deuses do Olimpo. É menos fulgurante e não se fala muito dela, mas pelo lugar que ocupava na vida diária era uma das mais glorificadas. O fato de haver poucas histórias relacionadas a ela demonstra que Héstia não gosta de mundanças, nem de aventuras; há, portanto, pouca história para contar porque quase nada acontece com ela. (...)

Héstia é o centro da Terra, o âmago do lar e nosso próprio centro pessoal. Ela não deixa seu lugar; é preciso ir até ela. Robert Graves diz dela: "A mais suave, justa e caridosa de todos os deuses do Olimpo".

O lar do grego médio, na Antiguidade, dispunha, em primeiro lugar, de uma lareira, em torno da qual se construía uma casa. O espaço doméstico era organizado em torno de uma lareira e Héstia era essa lareira. Havia apenas uma palavra para designar tanto a lareira quanto a deusa que nela habitava. (...)

Este era o coração da casa, o lugar da intimidade familiar, um abrigo do tumulto, pois Héstia protege, recebe e dá segurança. (...) Brigas e disputas não podiam ter lugar na presença de Héstia, pois a lareira era um lugar de paz e segurança. (...)

Conhecer Héstia é também compreender que num inquietante número de lares o fogo central se apagou.

(...) a arquitetura moderna, como é praticada, está dominada por valores masculinos. (...) O interior da casa é cada vez mais encolhido e a fachada é concebida para "ser vista". A sala de estar, que serve mais para visitas sociais do que para a vida familiar, é, em muitas residências, mais espaçosa e luxuosa que os outros cômodos usados para toda a família.

(...)

Héstia é encontrada onde a família descobre seu centro. (...) Héstia corresponde àquilo que é o núcleo da afeição, das necessidades, das preocupações e das atividades da família.

(...)

Héstia está, principalmente, empenhada em reunir, no tempo e no espaço, aqueles que constituem o lar.

Na Roma antiga, onde o culto a Vesta era até mais desenvolvido, ela presidia o preparo das refeições e o primeiro trago ou bocado de comida lhe eram consagrados. Em vez da oração cristã de agradecimento pelos alimentos, ou outras formas profanas de iniciar a refeição, como dizer "saúde", a fórmula "para Vesta" era o início ritual de suas refeições.

(...) para ter uma vida familiar que nos aqueça, devemos, assim como à chama de Héstia, mantê-la, cuidá-la, alimentá-la e colocá-la no núcleo de nossas atenções.

(...)

A segurança que ela [Héstia] pode trazer está relacionada à estabilidade, à tradição e à preservação de bens que nos sustentam em tempos difíceis.


Uma de minhas resoluções de ano novo é transformar, a cada dia, o lugar onde moro em um lar. Para tanto, reli os capítulos sobre Héstia no livro cujo nome está no título dest post e coloquei aqui os trechos mais significativos (páginas 217 a 241).
 
FONTE: Bruxa Verde

quarta-feira, 2 de março de 2011

Crânios na Bruxaria

Livro: "Enciclopédia de Wicca e Bruxaria"
Autor: Raven Grimassi

"O Crânio é um símbolo de sabedoria e conhecimento guardado. Nos mistérios internos dos ensinamentos o crânio é um símbolo da natureza interna despojada de sua origem através do processo de Iniciação nos grandes Mistérios do Ocultismo. Ele também é um símbolo da morte, seja a morte da carne ou a morte do ego/ de si mesmo. Esta é uma razão pela qual o crânio aparece nas cerimônias de iniciação na Antiga Religião. Aqui, ele é um lembrete de que a antiga personalidade estava morrendo para uma nova consciência.

O crânio, particularmente quando mostrado com os ossos cruzados, também é um símbolo do Deus em antigas religiões Pagãs. Os ossos cruzados abaixo do crânio são símbolos do Deus Sacrificado, e um sinal da ressurreição da morte. Na Bruxaria, o crânio algumas vezes é mostrado colocado na frente de um caldeirão. Nesta posição ele simboliza o renascimento através dos poderes da transformação associada com o caldeirão. Na Bruxaria Italiana o crânio também representa a culminação do conhecimento ancestral.

Na magia e no misticismo, o crânio é uma ligação para os espíritos dos mundos Sobrenaturais através de sua associação com a morte. Ele também é um receptáculo para a energia psíquica, e por esta razão normalmente é colocado próximo dos instrumentos de adivinhação como a bola de cristal e o espelho mágico. Uma vez que os magos se tornaram mais sofisticados, o simbolismo do crânio evoluiu na arte da frenologia. Esta arte foi popularizada no século XVIII pelo Dr. Franz Joseph Gall, que teorizou que as faculdades do cérebro poderiam ser determinadas a partir da forma do crânio."

O crânio é um dos instrumentos com associações mais antigas e conhecidas sob várias formas de pensamento e trabalho ocultos, embora na tradição da Arte não sej aobjeto tão comum, principalmente por, suspeito, estar ligado ao roubo e à profanação de sepulturas, satanismo, vodu, etc. Talvez o uso do crânio em rituais seja visto como algo demoníaco em conseqüência do pensamento cristão em relação a qualquer prática mágica contrária à palavra de Deus, bem como por estar ligado ao Demônio e ao lado obscuro da natureza humana.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Cornucópia da Abundândcia

 

A palavra é originária do latim (cornu copiae = chifre da abundância). Trata-se de um símbolo relacionado à fartura da alimentação e à abundância em geral. Na mitologia grega consta que Almatéia (ninfa do Olimpo) alimentou Zeus com leite de cabra. Em toca desse favor, Zeus ofertou-lhe um chifre desse animal, que tinha o poder de dar à pessoa que o possuísse tudo o que quisesse. Deidades da mitologia grega – especialmente a deusa Fortuna - eram por vezes representadas com o chifre repleto de bens. 
Cornucópia da Abundância

O Chifre tradicional da Abundância, ou Cornucópia, é um símbolo de generosidade, boa colheita e tem implicações mágicas bem-definidas. O próprio chifre é um símbolo fálico, representante do Deus. O interior do chifre simboliza o útero, especialmente quando está cheio de generosidade da terra fértil, e representa a Deusa.

Faça ou compre uma cornucópia. Encha o chifre de frutas, flores, grãos e moedas, de forma que eles sejam derramados sobre o Altar. Some outras coisas mágicas, como folhas de carvalhos ou bolotas, avelãs ou cartas de Tarô. 

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Os Pagãos Hoje

Venerar as antigas divindades pode parecer estranho nos dias de hoje. Por que os Pagãos veneram essas antigas e empoeiradas imagens? Nós veneramos nossos deuses porque eles não são artefatos arqueológicos, mas sim energias vivas de grande poder. Eles superam qualquer imagem externa de suas estátuas retiradas de templos antigos que agora estão em museus ao redor do mundo. O mais importante é que sobrevivem na memória humana, no inconsciente coletivo, onde armazenamos nosso conhecimento religioso e experiências.


As crenças pagãs são baseadas em ensinamentos, mitos e sagas que sobreviveram através de centenas de anos. O Paganismo nunca morreu. Apesar de nossas antigas crenças pagãs terem sido vistas apenas como mitos ou contos de fadas, as histórias que ouvíamos de nossos pais ou na escola, pareciam não ter importância. No entanto, o fato de considerarmos e repassarmos esses mitos, mostra que eles tinham importância sim! De geração em geração, esses mitos e lendas têm sido passados de boca em boca. Eles foram cantados pelos Gregos nas águas do Mar Egeu, pelos bardos Nórdicos, pelos bardos Irlandeses... tanto que eles podiam penetrar campos de batalha sem serem atingidos, pois eram imunes a qualquer violência ou impunidade.

Os mitos têm sobrevivido porque falam conosco na linguagem da noite, dos sonhos, através de simbolismos e alegorias. Eles incitam a mente consciente porque não os compreendemos totalmente; bem sabemos que através de seus simbolismos existem verdades imortais. São como grãos de areia dentro de uma concha de ostra. Nossas mentes sempre operam através deles, muito mais que nossa consciência possa imaginar. Eles persistem e retornam quando lembramos de histórias há muito esquecidas. Eles são relembrados em filmes de fantasia ou de ficção científica que vendem aos milhões ao redor do mundo. E, como o grão de areia em uma ostra, às vezes produzem pérolas de grande valor – a pérola do conhecimento.

Mitos são importantes porque neles está contida a sabedoria espiritual, não de um indivíduo, mas de muitas pessoas em um longo período do tempo. Eles não são as revelações religiosas de um determinado homem que os fez e refez até torná-los distantes de sua forma original perdendo toda sua verdadeira essência. Eles são os sonhos vívidos dos deuses que ainda respiram, enviados para mostrar nosso verdadeiro destino, o qual seria viver mais uma vez em unidade e harmonia com as forças divinas dos Céus e da Terra.

A religião pagã está a nossa volta – na paisagem moldada por gerações, nos montes sagrados ou círculos de pedras, lugares onde gerações e gerações vieram honrar e venerar os deuses de seu povo e de sua terra. É uma religião que se preserva através de suas músicas folclóricas, das suas danças em cada troca de estação. Nós fazemos nossas bonecas de palha de milho, brincamos com as maçãs no Halloween , nem sempre lembrando que estes são os remanescentes de nossos ancestrais Celtas, Germânicos e de outras tribos que delinearam as heranças do Ocidente.

Assim como entramos em um novo milênio, nós estamos presenciando um renascimento das antigas tradições espirituais. Os antigos Deuses e Deusas adormeceram por um período, mas agora estão despertando. O Paganismo é mais uma vez praticado em toda Europa, América, Austrália, Nova Zelândia... É a religião oficial da Islândia! Essas tradições não são unicamente praticadas na Europa. Pessoas no mundo inteiro estão rejeitando novas religiões e estão retornando ao conhecimento de nossos ancestrais.

Alguns Pagãos veneram os deuses de seus ancestrais, ou do lugar onde vivem. Também podemos estranhamente estar ligados à deidades que não fazem parte de nossa terra ou de nossa herança racial. Muitas pessoas no mundo veneram deidades egípcias, por exemplo. Muitos Pagãos veneram divindades de diversas religiões, de diferentes tradições. Eles podem adorar a Grande Mãe, observando as diferentes formas nas quais essa divindade é venerada em vários lugares do mundo. Outros podem venerar Odin ou Cernunnos.

Alguns adoradores dos deuses pagão definem-se simplesmente como Pagãos, ou adoradores da Deusa, ou membros da Velha Religião. Outros seguem tradições particulares dentro do próprio Paganismo. Um dos mais conhecidos é o Druidismo. Os Druidas eram os sacerdotes dos Celtas, também eram grandes poetas e curadores. Existem muitos grupos que estudam as habilidades do Druidismo e veneram seus deuses. Outros autodenominam-se Odinistas, seguidores de Odin, ou Asatru, seguidores dos grandes deuses do norte da Europa no qual sobressai-se Odin. Outros colocam-se como seguidores da Arte, ou Bruxaria (Witchcraft ou Wisecraft). Não a Bruxaria que, dizem, segue as forças negras ou de adoração ao Diabo, mas sim a verdadeira arte dos sábios daquele povo. Este é um caminho abençoado de cura que venera os deuses, que pratica magia, artes de cura, de autoconhecimento e de Visão – as habilidades psíquicas inerentes a todos nós tem sido suprimidas nesses últimos séculos.

Alguns denominam-se Wiccanianos, uma forma de Arte que venera a Grande Deusa e seu consorte, o Deus com Chifres. Mas também inspira-se nos mistérios da religião do antigo mundo que ensinou aos nossos ancestrais o caminho para o autoconhecimento e para a sabedoria dos deuses.

Alguns Pagãos praticam os mistérios dos antigos Gregos, ou Romanos. Na América do Norte muitos buscam inspiração na espiritualidade de ancestrais nativos, talvez simplesmente porque sintam necessidade de resgatar sua herança porque acreditam que a espiritualidade está enraizada na herança de sua terra, ou da terra para o qual imigraram.

Mesmo que a forma de veneração dos antigos deuses seja diversificada, isso é o suficiente para que sintam-se integrantes de um movimento espiritual que está em evolução, o Paganismo.


Fonte: Desconhecida